Category Archives: Curiosidades

Estaremos participando do Security Leaders 2011!

Security Leaders 2011

Security Leaders 2011

O Google até pode ignorar o seu roteador Wi-Fi… Apenas se você mudar o nome dele…

Roteador WI-FiGenerosamente, o Google tem oferecido ignorar “Hotspots Wi-Fi” que foram renomeados há pouco tempo com um “_nomap”, a fim de evitar que os bisbilhoteiros possam saber o que você não quer que eles saibam.
De se destacar que o Google registra a localização de roteadores Wi-Fi para ajudar que seus serviços de localização e identificação possam ter a informação do roteador mais próximo e identifiquem locais de forma mais clara, bem como possam obter de forma mais fácil coordenadas GPS.
Mas até mesmo o Google aceita que nem todos querem compartilhar este tipo de informação.
Num “post” intitulado “Global Privacy Council”, publicado no blog “the Chocolate Factory’s”, é explicado que o Google considerou fornecer uma ferramenta online que permitisse que as pessoas pudessem optar por sair de sua base de dados, mas rejeitou a ideia uma vez que não poderia impedir que indivíduos mal-intencionados optassem pela saída à força daqueles que não o quisessem, ou seja, o Google não poderia impedir que hackers pudessem optar pela saída de todos automaticamente, porém o Google decidiu mudar apenas os nomes que pudessem ser necessários.
No “Google Streetview” os equipamentos dos carros registram a localização de cada “hotspot Wi-Fi” por onde passaram, ocasionalmente (e acidentalmente) também pegam um bloco de dados.
Esses registros permanecem intactos, mas são constantemente atualizados quando alguém usa o “Google Maps” e leva algum tempo para as coordenadas GPS serem corrigidas.
Telefones Android regularmente retornam atualizações para o “Googleplex”, (um complexo de edifícios que formam a sede da empresa Google e que fica na cidade de Mountain View, Califórnia, Estados Unidos) mantendo os locais de cada roteador Wi-Fi (com um “SSID” publicamente propagado) constantemente atualizado e tornando mais fácil para que todas as pessoas possam identificar onde é que eles estão.
Um GPS funciona bem, mas tem dificuldade em obter sinal em ambientes fechados, bem como gastam algum tempo para corrigir as informações que obtém.
Agora se você sabe mais ou menos onde se encontra, as informações podem ser obtidas por um GPS de forma muito mais fácil, portanto, um telefone Android busca primeiro roteadores Wi-Fi pelos locais e pede ao Google uma localização aproximada com base nesses (a localização das E.R.B’s de telefonia celular são mantidas atualizadas da mesma maneira).
Por fim, a localização aproximada é então usada para simplificar os cálculos GPS, a menos, é claro, que o roteador Wi-Fi local esteja com a tag “_nomap”, caso em que o Google promete ignorar a informação.
É claro que os usuários locais do “Google Maps” depois que saírem vão ter aprender a serem pacientes.

Quais países têm o acesso mais seguro para navegação na web?

AVG Infografico de Riscos na internet por país

Sete dos 10 países mais seguros para se navegar na Internet estão na África, com Serra Leoa avaliado como o mais seguro, de acordo com um estudo realizado pela empresa de segurança na internet “AVG”.
Os pesquisadores compilaram uma lista de vírus e ataques de malware por país que foram identificados pelo software de segurança “AVG”, com dados de mais de 127 milhões de computadores em 144 países para determinar taxas de incidência de tais ataques. A taxa média de incidentes em Serra foi de um ataque para cada 692 internautas. O estudo foi realizado na última semana de julho.
Depois de Serra Leoa, Níger se saído bem com um em cada 442 surfistas susceptível de ser atacado enquanto estiver online.
Embora fatores específicos não tenham sido mencionados para considerar Serra Leoa como um dos mais seguros do mundo, o resultado poderia ser decorrente do baixo nível de utilizadores da Internet no país.
Embora a baixa penetração da banda larga e a utilização da Internet nos países Africanos tenham sido citadas como um dos principais fatores para considerar estes países seguros, o chefe de pesquisas da “AVG”, Roger Thompson, escreveu em seu blog que a pesquisa deve servir como um alerta para aqueles que estão viajando para outros países e que pretende utilizar a Internet.
A região do Cáucaso é a mais vulnerável para ataques online, enquanto países como Turquia, Rússia, Armênia e Azerbaijão têm os maiores índices de ataques de vírus e malware.
Os Estados Unidos é o nono classificado com um em cada 48 surfistas na Web correndo risco, enquanto o Reino Unido foi classificado como o 30º lugar, com uma taxa de um internauta em risco num total de 63.
Analisando os dados por continente, as chances de um internauta ser atacado enquanto navega pela web na América do Norte é de 1 em 51. Na Europa é de 1 em 72, enquanto na Ásia (incluindo a Ásia-Pacífico) é de 1 em 102. O mais seguro continente é o africano (1 em 108), e por um longo caminho a América do Sul (1 em 164).
Enquanto os países Africano compõem sete dos “Top 10” de navegação segura da lista, verifica-se que as chances de ser atacado em todos os países da América do Sul é mais do que 1 em 100. O país da América do Sul com o maior risco foi o Peru, apresentando a possibilidade de que 1 em 131 internautas possa ser atacado, ocupando globalmente apenas a 78ª posição entre 142 países.

Fonte: http://www.avg.com/press-releases-news

Debate Sobre Crimes Eletrônicos na AMCHAM – Câmara Americana de Comércio

Debate crimes eletrônicos

Trabalhadores americanos e ingleses não vêem problema no furto de dados.

Furto de Dados

Muitos trabalhadores têm confessado que estariam dispostos a furtar dados de seus ex-empregadores, quando eles mudarem de emprego.
Uma enquete on-line entre 1.594 trabalhadores em tempo integral e parcial realizada junto a empreiteiros nos Estados Unidos e no Reino Unido concluiu que cerca de um quarto (29% nos Estados Unidos e 23% no Reino Unido) furtariam listas de clientes e outros dados sensíveis quando mudassem de emprego.
Um percentual um pouco menor, 15% nos Estados Unidos e 17% no Reino Unido, furtariam projetos de produtos e planos.
Em comparação, apenas 13% nos Estados Unidos e 22% no Reino Unido, furtariam pequenos objetos de escritório.
Curiosamente, sob o ponto de vista ético, apenas uma minoria estaria disposta a comercializar dados confidenciais que obtivessem: 1% nos Estados Unidos e 0,5% no Reino Unido.
Mas uma porcentagem muito maior, 45% nos Estados Unidos e 57% no Reino Unido, admitiram que seriam incapazes de resistir à tentação de acessar um arquivo confidencial contendo, por exemplo, planos de fusão ou informação salarial.
A pesquisa, encomendada pela empresa de gerenciamento de identidade “SailPoint”, e realizada pela empresa “Harrison Interactive”, encontrou opiniões conflitantes sobre se a recessão aumentou a tentação para que trabalhadores furtassem dados.
Cerca de 45% dos entrevistados nos Estados Unidos e 48% no Reino Unido, disseram que dificuldades econômicas não os levariam a este tipo de ação.
“Ele [o] estudo destaca o que eu chamo de uma” zona cinzenta moral “em torno da propriedade de dados eletrônicos”, disse Jackie Gilbert, vice-presidente de marketing e co-fundador da “SailPoint”.
“Vemos isso no fato de que há mais trabalhadores que estariam confortáveis, em subtrair dados da empresa, tais como informações de contato de clientes, do que os trabalhadores que furtariam um grampeador”. 

Fonte: “It News Online