Custos com o cybercrime já se equiparam ao tráfico de drogas ilegais

Cybercrime e o Tráfico

Cybercrime e o Tráfico

Jovens do sexo masculino em mercados emergentes são os mais propensos a serem vítimas de crimes cibernéticos, cujo custo total por ano se aproxima em todo o mundo ao tráfico ilegal de drogas, de acordo com um estudo realizado pela divisão Norton da empresa Symantec.
O Relatório de 2011 da Symantec estima o custo total do cybercrime na casa dos US$388 bilhões de dólares por ano, o que inclui US$ 114 bilhões em furto direto e no tempo gasto para resolver ataques, mais outros US$274 bilhões de dólares americanos relacionados a perda do tempo de produtividade perdido pelas vítimas devido a crimes cibernéticos cometidos contra eles.
Ao todo, 589 milhões foram afetadas pelo cybercrime, 431 milhões deles nos últimos 12 meses, diz o relatório que é baseado em 19.636 entrevistas realizadas em 24 países, incluindo o Brasil.
O relatório compara o cybercrime com o tráfico de drogas global, estimado em 411.000 bilhões de dólares, sendo que o mesmo já supera o total de vendas de maconha e de cocaína no mercado negro, o que totaliza 288 bilhões de dólares americanos.
A forma mais comum do cybercrime são as infecções por vírus e malware, com 54% dos casos, seguido por fraudes on-line (11%) e phishing (10%). A Symantec pesquisou crimes por telefone celular e descobriu que 10% foram vítimas desta modalidade delituosa, incluindo o “smishing” (phishing por SMS).
No rastreamento em todos os 24 países, a empresa descobriu que 1 milhão de pessoas por dia foram vítimas de cybercrime. Quanto mais tempo as pessoas permanecem online, muito mais provável é serem atingidas. Daqueles que permaneceram 49 horas online por semana, 79% foram vítimas, enquanto que daqueles passaram 24 horas ou menos online, 64% acabaram se tornando vítimas.
Os integrantes da chamada “Geração Y” (75%) estão mais propensos do que os da “Geração X” (61%) a serem vítimas, e os adultos em mercados emergentes (80%) são atingidos numa taxa mais elevada do que em mercados maduros (64%), diz o estudo.
Esses números são três vezes maiores do que o número de vítimas de crimes físicos. No entanto, a Symantec observou que 70% dos entrevistados achavam que seria mais seguro estar on-line do que no mundo real ao longo dos próximos 12 meses.
Alguns dos problemas pesquisados poderiam ser evitados, segundo observou a Symantec, na medida em que observou que 41% dos adultos não teriam atualizado pacotes de segurança em seus computadores.

Fonte: http://us.norton.com/content/en/us/home_homeoffice/html/cybercrimereport/

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