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Administrador do “Silk Road”, site de venda de drogas e armas da “Deep Web”, é preso nos Estados Unidos.

O Fim do "Silk Road"?

O Fim do “Silk Road”?

Autoridades norte americanas prenderam um homem em San Francisco, Califórnia sob a acusação de ser o operador de um dos mais famosos sites da denominada “Deep Web” e que permitiria a seus usuários comprar armas e drogas do mundo todo usando uma moeda criptografada, denominada “Bit Coin”, a qual garantiria o anonimato dos mesmos.
Ross William Ulbricht, também conhecido como “Infame Pirata Roberts”, foi preso pelo FBI na terça-feira por seu suposto envolvimento com o site da “Deep Web” denominado “Silk Road”, um mercado online de drogas e armas, de acordo com documentos judiciais, publicados nesta semana.
Uma denúncia velada de 27 de Setembro teria sido formalizada pelo pesquisador de segurança Brian Krebs na qual Ulbricht é acusado de tráfico de drogas,  conspiração, lavagem de dinheiro e muito mais.
Segundo Promotores norte americanos, Ulbricht teria auxiliado no tráfico de substâncias controladas desde 2011 até a semana passada.
As Autoridades dos Estados Unidos dizem que os narcóticos movimentados através do site “Silk Road” incluiria um quilograma de heroína, 5 kg de cocaína, 10 gramas de LSD e 500 gramas de metanfetamina.
Além disso, os promotores afirmam que Ulbricht teria solicitado em março deste ano que um usuário do “Silk Road” praticasse um assassinato de aluguel. O candidato a vítima, de acordo com o FBI, seria um outro usuário do site, que teria ameaçado liberar a identidade de milhares de usuários do “Silk Road”.
Ao permitir a usuários realizar negócios através de software de anonimato, utilizando a moeda digital criptografada “Bitcoin”, o “Silk Road” funcionaria desde 2011 como um centro online para atividades ilegais.
Antes de ser encerrado, os clientes do “Silk Road” que tivessem conhecimento suficiente para navegar pelo site, podiam acessar uma infinidade de produtos para aquisição através de “Bitcoin”, tais como armas de fogo ilegais, drogas ou, supostamente, assassinatos.

Participação no programa “Online” da Rede Brasil de Televisão

Ontem, tive a oportunidade participar do programa “Online”, que vai ao ar toda quarta feira a partir das 22:00 horas, na Rede Brasil de Televisão, acompanhado pelo notável consultor e professor  em segurança da Informação Jeferson D’Addario, onde pude tecer algumas considerações sobre o episódio de espionagem realizado pela N.S.A. do governo norte americano. Aproveito a oportunidade para a parabenizar toda a produção do programa pelo excelente nível da atração e cumprimentar a apresentadora Claudia Carla pelo maravilhoso trabalho realizado.

Claudia Carla

 

Fraude contra Televisão por Assinatura

Cerca de 10% dos cerca de 17 milhões de assinantes da TV paga no Brasil em todas as modalidades utilizam artifícios fraudulentos como o denominado “cardsharing”com o objetivo de ter acesso a mais canais do que paga em seu pacote com a operadora. Em outras palavras: o assinante compra na rua ou na internet um receptor que consegue burlar a proteção no sinal que ele recebe em sua casa por intermédio do compartilhamento das chaves criptográficas pela internet. Fato é que a pirataria tem crescido de maneira praticamente equivalente em todos os países latinos e até mesmo nos Estados Unidos. Na reportagem apresentada pelo Jornal da Gazeta no dia 06 de Agosto de 2013, você pode acompanhar nossa entrevista trazendo comentários sobre a pirataria dos sinais de televisão por assinatura.

Estaremos ministrando novo curso no dia 31 de julho p.f..

Cabeçalho

 

 

Trata-se de um curso idealizado especialmente para pessoas que desejam desenvolver a capacidade de identificar e prevenir a ocorrência de fraudes no seu local de trabalho, com grande ênfase a identificação e coleta de indícios e provas, apuração de denúncias de fraudes ou o esclarecimento de fatos sobre situação ou situações que tenham algum tipo de repercussão na esfera interna e externa de uma empresa. O curso é ministrado através de um workshop 6 horas de formação voltados para o desenvolvimento de competências mínimas onde os participantes deverão adquirir habilidades avançadas como resultado das disciplinas ministradas e das atividades desenvolvidas, incluindo a capacidade de identificar,processar e coletar provas e indícios, perquirir testemunhas e proceder a realização de entrevistas.  

Carga horária: 6 horas
Horário: 10hs às 17hs

Turmas disponíveis: 31/07/2013 
Investimento:  Duas parcelas de R$245,00 sem juros no cartão ou R$490,00 à vista.
Público Alvo: Profissionais envolvidos nas áreas : Segurança da Informação, Jurídico, Negócios e Recursos Humanos e Compliance.
Local: Universidade Gama Filho – Central de Cursos – Rua Treze de Maio, 683 – Próximo a Estação Brigadeiro do Metrô (20 minutos).

 

Conteúdo Programático:

 

-Identificando Fraudes e Desenvolvendo Processos de Prevenção
-Técnicas de Entrevista e Coleta de Depoimentos
-O uso da tecnologia nas investigações
-O Processo de Investigação
-Aspectos legais envolvendo investigações internas
-Identificação e Coleta de Indícios e Provas
-Gerenciamento de Investigações

MATRICULE-SE

87 decodificadores de TV ilegais são apreendidos pela Polícia em feira popular de Brasília.

Ação Antipirataria em Brasília

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu na terça-feira, dia 04, 87  (oitenta e sete) aparelhos decodificadores de sinal para TV por assinatura, utilizados para fraudar o acesso a programação de fornecida por empresas de televisão por assinatura (Cardsharing).
Os receptores, produto de contrabando, eram vendidos em bancas da Feira dos Importados, no SIA, Distrito Federal.

Ação Antipirataria em Brasília
Ação Antipirataria em Brasília

Durante a operação, quatro pessoas foram autuadas em flagrante, mas pagaram fiança e foram posteriormente liberados.
A ação é fruto de uma das várias ações promovidas pela Alianza Contra la Piratería de Televisión Paga (Aliança Contra a Pirataria da Televisão Paga), cuja missão é combater uma forma de pirataria conhecida na indústria de televisão por assinatura por “Cardsharing”, tendo a ação de campo realizada pela Delegacia de Combate aos Crimes de Propriedade Imaterial (DCPIM) da Polícia Civil de Brasília.
Desde 2010, mais de 50 marcas de decodificadores destinados à pirataria dos sinais de televisão por assinatura apareceram no mercado latino-americano.
Esta modalidade de pirataria é comandada por fabricantes internacionais dos decodificadores e pelas redes organizadas de distribuição e apoio ao uso dos aparelhos para propósitos não autorizados.

Ação Antipirataria em Brasília
Ação Antipirataria em Brasília

Entre os atuais apoiadores da Alianza estão DirecTV PanAmericana, Sky Brasil, Telefonica, VTR e Claro Peru, Claro Ecuador, Claro Colombia, Claro Chile, Discovery, ESPN, Canais Latino Americanos da Fox International, Globosat, Grupo Latino Americano da HBO, Telecine, Televisa, Turner Broadcasting System Latin America, Win Sports, ABTA, Media Networks Latin America e Nagra.
Os aparelhos decodificam recebem pela internet ou por um outro satélite as chaves criptográficas utilizadas para codificação dos sinais transmitidos pelas operadoras de televisão por assinatura e e permitem que seu utilizador possa assistir aos canais fechados, permitindo acesso total a programação dos canais de televisão.
Nesta operação a Polícia também autuou seis bancas instaladas na feira.
Segundo o Delegado Luiz Henrique Sampaio, que coordenou toda a operação, os aparelhos vendidos eram todos contrabandeados e seus vendedores forneciam inclusive à pessoa responsável pela instalação do produto.
Segundo a Polícia, o preço do aparelho variava entre R$300,00 a R$700,00, sendo que o valor da instalação custava em torno de R$120,00.
Todos os aparelhos apreendidos foram contrabandeados da China, Coreia e Paraguai, sendo que os autuados deverão responder por contrabando e crime contra o consumidor, ficando sujeitos a penas que variam de 1 a 6 anos de prisão.

Ação Antipirataria em Brasília