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Infidelidade onlineAdvogados norte americanos lutam para impedir que um homem de Rochester Hills venha a ser julgado criminalmente por supostamente invadir a conta de correio eletrônico de sua mulher, muito embora, uma mudança na lei estadual possa ser sua última esperança.
Leon Walker, de 34 anos, foi acusado em março, de acessar sem permissão a conta do Gmail de sua mulher.
Ele afirmou que descobriu a senha de sua esposa escrita num papel, Clara Walker, o que lhe levou a descobrir, através das mensagens acessadas, que ela estava tendo um caso extraconjugal.
O casal esta atualmente divorciado.
Um painel de três juízes do Tribunal de Apelações de Michigan, que posteriormente emitirá seu parecer, ouviu na terça feira os argumentos sobre o prosseguimento do caso ou não perante os tribunais do condado de Oakland.
O presidente do painel de juízes, Peter O’Connell, disse que a intenção dos juízes seria interpretar adequadamente as palavras da lei, não o que o legislador quis dizer, quando o estatuto “anti-hacking” americano foi promulgado no alvorecer da Internet há 22 anos atrás.
Os advogados de Walker argumentam que a lei seria voltada para aqueles que agem com a intenção de furtar, danificar ou fraudar, não para um marido que lê o diário de sua mulher ou outros documentos pessoais encontráveis em uma casa compartilhada.
O advogado de apelação de Walker, Matthew Klakulak, disse que a interpretação da lei por parte da Procuradora Estadual do condado de Oakland, Jessica Cooper, foi “ridícula”, isto porque poderia resultar em acusações contra pais que verifiquem o que seus filhos estão fazendo na Internet.
O procurador assistente do condado de Oakland, Jeffrey Kaelin, disse aos juízes estar convencido que a lei também deveria ser aplicada a pessoas que estão furtando o acesso dos vizinhos à Internet numa conexão “Wifi” após adivinharem a senha.
O advogado de Walker, Leon Weiss, disse que às vezes temos que pisar fora da construção rigorosa dos estatutos e aplicar o senso comum, alegando que o Legislativo americano jamais imaginou que delitos menores pudessem ser julgados com base num estatuto criminal, afirmando ainda que, se isto acontecesse, os promotores teriam que ser capazes de ir atrás de um monte de maridos e esposas.
Uma mudança na lei foi proposta em abril pelo Deputado por Rochester Hills, Tom McMillan, e está sendo estudada por uma comissão.
Está sendo proposta a exclusão de ilicitude de cônjuges e pais de filhos menores, no caso de eles compartilharem uma mesma casa, o próprio computador, não danificar ou apagar quaisquer documentos e não usar de força ou coerção para obter acesso a arquivos protegidos por senha e programas.
A proposta de McMillan também contém uma cláusula que tornaria a mudança retroativa para incluir casos anteriores, como o de Walker, que ainda pode resultar em condenação.

Fonte: The Detroit News

Policiais violadores de informaçõesDevassar informações de mulheres “para fins sexuais” foi apenas uma das formas pela qual policiais do País de Gales violaram o direito de inúmeras pessoas de manterem seus dados protegidos.
Pelo menos quatro policiais da força policial do País de Gales, não teriam resistido a tentação de dispor das informações pessoais de várias pessoas que teriam passado por suas mãos, a julgar pelo fato de terem praticado 85 violações registradas desde 2006, segundo teria descoberto a “B.B.C.” após tomar conhecimento de um pedido de quebra de sigilo de informações.
Muito mais do que simplesmente procurar por potenciais namoradas nos registros da polícia, os policiais demonstravam extrema curiosidade por informações, além daquelas pelas quais eles deveriam se interessar, principalmente detalhes da vida das pessoas em suas casas e informações sobre membros da família, sendo que muitas destas informações teriam sido repassadas para terceiros.
Dois infratores foram demitidos como resultado destas violações e um teria pedido demissão.
A Polícia de South Wales informou que sua unidade de padrões profissionais, uma espécie de corregedoria interna, sabia sobre os 26 incidentes nos últimos cinco anos e a forma pela qual os policiais teriam devassado dados sobre crianças, funcionários e outras pessoas por motivos pessoais, incluindo amigos de suas próprias filhas.
A Polícia de Dyfed Powys, unidade territorial responsável pelo policiamento de Ceredigion, Carmarthenshire, Pembrokeshire e o condado de Powys, no País de Gales, não tem registrada nenhuma infração nos anos de 2006, 2007 ou 2010, mas informou que um funcionário teria sido demitido em 2008 por violações de dados e outro teria sido advertido por escrito por ter feito pesquisas para obter ganho pessoal.
Também teria sido apurado que outro funcionário teria sido advertido de que poderia ser suspenso por ter colocado informações confidenciais em um e-mail pessoal.
Já em 2009, outro policial teria sido suspenso enquanto um membro de sua equipe teria sido demitido por ter praticado violações.
A Polícia de North Wales afirmou ter descoberto que 45 pessoas teriam acessado informações por razões que não a atividade policial, além destas informações terem sido divulgados em três ocasiões distintas.
A Polícia de Gwent seria a única unidade do País Gales que não teria praticado nenhuma violação, pelo menos até onde pode ser apurado.

Punição para cybercriminososFraudadores e hackers na Inglaterra podem tomar uma pancada em breve com a proibição de acesso a mídia social que o governo britânico pretende incentivar os juízes a adotar como punição para crimes praticados na internet.
Um sistema denominada “The online tagging” é uma das várias recomendações anunciadas hoje com a divulgação do “Cyber Security Strategy – 2011” pela Grã-Bretanha.
As recomendações são destinadas a proteger a Grã-Bretanha e seus negócios na web contra os efeitos dos crimes cibernéticos, apresentando ainda um planejamento de obter “espiões” destinados a alertar os consumidores do Reino Unido para a necessidade de atualizar seu software antivírus no Facebook, além de focar a necessidade de dar treinamento de TI para a polícia, dentre outras medidas propostas.
Delineando as oportunidades e também os perigos da internet, especialmente para o comércio eletrônico do Reino Unido, o relatório defende um programa de educação e formação para tornar as pessoas mais seguras na internet.
Criminosos ingleses que cometerem cybercrimes estarão mais propensos a receberem sentenças que venham a lhes impor restrições, bem como criminosos condenados que estejam fora da prisão podem ser monitorados ao usarem computadores.
Além disso, fraudadores da Internet poderão ser impedidos de vender coisas pela internet, segundo sugere as recomendações expostas no documento que divulgou a “Cyber Security Strategy – 2011”.
Pessoas condenadas por crimes sexuais, assédio ou comportamento antissocial podem ter seu acesso à internet restringido a fim de proteger o público.
A ideia proposta deverá funcionar como um cyber-versão das “marcas” que os criminosos ingleses recebem no mundo físico, esclarecendo que estas “marcas” poderiam ser acionadas sempre que um infrator violasse as condições que lhe foram impostas quanto ao uso da internet, informando automaticamente a polícia ou o serviço de reinserção social o que seria muito importante por permitir atingir um grupo maior de infratores.
O documento divulgado sugere que novas rotinas de “cyber higiene” poderiam prevenir 80% dos crimes virtuais atuais que afetam os negócios e o público em geral.
A ideia principal é educar os ingleses para que até 2015 as pessoas consigam desconfiar de anexos de e-mail ou links suspeitos enviados por alguém desconhecido.
O governo britânico quer que as pessoas saibam que precisam estar sempre atualizando seus sistemas operacionais e software de vírus.
Especialistas em inteligência do Reino Unido e do serviço de espionagem inglês, além de empresas privadas, tais como Microsoft e HSBC, vão colaborar nesta campanha, que então eles esperam venha a se espalhar para o público em geral por meio do Facebook.
O documento apresentado afirma que a mídia social é uma das melhores maneiras de alertar as pessoas sobre “scams”, fraudes ou outras ameaças vindas da internet, destacando que os consumidores deverão ser ensinados a responder às ameaças cibernéticas como algo rotineiro.
Por fim, o documento destaca que a Polícia fará parte da estratégia a ser adotada e também deverá familiarizar-se com este novo mundo da tecnologia, devendo ter seus agentes treinados.
Um corpo interdepartamental – a “National Crime Agency” (NCA), deverá reunir especialistas em cybercrime alçados de outros departamentos governamentais, conforme venha a ser necessário.
O governo inglês planeja criar um Centro público-privado de cibersegurança aproveitando o conhecimento de seus especialistas em inteligência e funcionários de seu serviço de espionagem, beneficiando assim toda a economia britânica.
No geral, o governo inglês quer aumentar o número de pessoas ligadas a área de segurança de T.I., ou o “quadro de profissionais de segurança cibernética”, como gosta de chamá-los, visando produzir um novo plano de certificação para credenciar o setor e manter a padronização.
O Ministro de Cyber Segurança da Inglaterra, Francis Maude, e o Primeiro-Ministro Inglês, David Cameron, afirmaram que estavam comprometidos com a liberdade na internet e agradeceram pelo “boom” que ela havia trazido para as empresas britânicas.
O Ministro Maude afirmou que o crescimento da internet na Inglaterra revolucionou as vidas diárias dos ingleses e prometeu incontáveis oportunidades econômicas e sociais para os próximos anos, destacando que esta estratégia definiria a forma como os ingleses perceberiam os benefícios de um mundo em rede através da construção de uma forma mais confiável e resistente de ambiente digital, a fim de proteger o público de fraudes on-line e garantir a segurança da infraestrutura crítica do país contra ataques cibernéticos.

HighTech Crime investigation

Fato muito comum na atualidade é verificar-se que na mente de algumas pessoas a perícia seja confundida e tratada como se fosse uma investigação, o que revela no mínimo profundo desconhecimento das habilidades necessárias aos profissionais envolvidos em ambas as áreas.
Ficando adstrito exclusivamente a fase de investigação, pode ser que o Delegado de Polícia, presidente do inquérito policial e consequentemente das investigações necessárias para comprovação da materialidade delitiva e coleta de indícios suficientes de autoria, precise de uma prova pericial, ou seja, de um documento que esclareça um ponto importante da investigação, que somente pode ser feito por pessoa com formação especializada.
A razão de ser da perícia é que seu conteúdo não poderia ser produzido pelos próprios Delegados de Polícia, que são bacharéis em direito, por reclamar outras formações intelectuais, como as de engenheiro civil, médico ou contador, para ficar nas mais comuns.
Na maioria das vezes, o resultado do trabalho realizado pelo Perito é algo único, voltado exclusivamente para o caso ao qual se destina e apresentando um vocabulário que realça um perfil elevado: o produto final obtido é um laudo; perguntas são quesitos; páginas são laudas e assim por diante.
A Perícia é concebida como uma atividade de examinar as coisas e os fatos, reportando sua autenticidade e opinando sobre as causas, essências e efeitos da matéria examinada.
Pode haver em qualquer área, sempre onde existir a controvérsia ou a pendência, inclusive em algumas situações empírica.
O objetivo da Perícia é o estado do fato característico e peculiar, que está sendo objeto de indagação, podendo ocorrer dentro do âmbito de qualquer uma das áreas da ciência.
Por outro lado, uma investigação criminal é um esforço por parte de um agente público para descobrir informações sobre um crime.
Podemos destacar o fato de existirem três formas que permitem que uma pessoa possa ser ser levada à justiça por um ato criminoso.
Primeiro e, provavelmente, o mais incomum, o indivíduo será submetido a ação judicial após ser conduzido por sua própria consciência a confessar uma ação criminosa.
Segundo, um policial pode surpreende-lo numa prática delituosa ou em situação que permita identificá-lo como autor de um delito.
Terceiro, e mais comum, uma investigação criminal pode identificar uma pessoa como suspeito.
Na maioria dos casos, quando um crime é cometido, duas preocupações se tornam o foco principal da atuação das forças policiais: a comprovação do cometimento do crime e quem o cometeu.
Tais indagações somente podem ser devidamente elucidadas por intermédio de uma investigação criminal, que deverá atuar precipuamente na chamada “cena do crime”.
Qualquer cena de crime permite que seja contada uma história, e como na maioria das histórias, cenas de crime têm personagens, um enredo, um começo, um meio, e, espera-se, uma conclusão.
No entanto, em contraste com autores que levam os seus leitores a um final pré-determinado, a disposição final de uma cena de crime depende quase que exclusivamente da atuação dos investigadores designados para o caso.
As habilidades dos investigadores em analisar a cena do crime e determinar como, o que, quem e por que, governam o modo como a história da cena do crime se desenrola.
Em muitos casos, para garantir um final satisfatório, ou seja, a repressão do crime, os investigadores devem ter aguçada percepção para entender que suas conclusões dependem da sua visão sobre a dinâmica do comportamento humano, uma vez que padrões de fala, estilos de escrita, gestos verbais e não verbais, além de outras características e padrões permitem dar forma ao comportamento humano.
Estas características individuais trabalham em conjunto para fazer com que cada pessoa ao agir, reagir, executar uma função o façam de forma única e específica, sendo que este comportamento individualista normalmente permanece consistente, independentemente da atividade que está sendo realizada.
Assim sendo, um investigador atua de forma muito mais ampla que um perito criminal na busca das informações que o levarão ao detalhamento da ação delituosa e a forma como esta teria se desenvolvido.
A investigação criminal permite que se possa olhar para as técnicas utilizadas pelos criminosos ao cometerem um delito, minuciando seus motivos e as suas razões.
É importante que fique claro que a investigação criminal é apenas assistida pelo laboratórios criminais, os quais estão melhor equipados para lidar com uma ampla gama de evidências físicas, como por exemplo numa análise química, sendo importante destacarmos que estas evidências são coletadas pelos investigadores no curso de uma investigação.
As técnicas de identificação, especialmente por impressões digitais, e mais recentemente pela voz ou pelo D.N.A., tornaram-se importantes recursos na investigação moderna.
Análise forense de sangue e urina, identificação de traços de substâncias químicas em órgãos de um corpo, análise fotográfica e fotomicrografia, exame de documentos, balística e outras técnicas científicas também são amplamente utilizadas em investigações modernas como forma de subsidiar trabalhos de investigação.
Neste panorama nunca podemos perder de vista que a investigação científica tem um papel importante no controle dos crimes e na correta identificação dos criminosos.
Com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia os padrões das sociedades também têm se transformado e é fato que os criminosos também alteraram as suas técnicas para incorporar avanços tecnológicos na prática de vários crimes.
Isto faz com que se torne necessário o uso intenso de métodos de investigação científica por parte dos órgãos de investigação, mas de forma nenhuma implica na substituição da investigação pela perícia.
Ninguém discute que a ciência forense é a forma mais importante de investigar na atualidade, mas a sua função principal é permitir que os órgãos investigativos possam se beneficiar do uso de procedimentos, métodos e técnicas de ciência básica na análise de várias situações associados à prática de crimes.
Por tudo quando foi anteriormente exposto, forçoso é reconhecer-se que investigador criminal não é perito e vice-versa, muito embora também seja forçoso reconhecer que o trabalho de perícia constitui-se na maioria das vezes num dos mais importantes recursos para o sucesso de uma investigação criminal.
Em se tratando da investigação de cybercrimes no Brasil, sua investigação tem sido relegada exclusivamente ao trabalho desenvolvido por peritos, motivo pelo qual os índices de esclarecimento desta modalidade delitiva no país têm sido absurdamente pífios.
Fato extremamente comum é poderem ser vistas muitas investigações absurdamente paradas porque seus responsáveis ficam exclusivamente aguardando a elaboração de alguma perícia, enquanto preciosos vestígios vão se esvaindo, dada a volatilidade dos mesmos.
Este tipo de procedimento apenas se justifica pelo fato de que a grande maioria dos profissionais envolvidos na investigação de cybercrimes no país não reúne um mínimo de conhecimento técnico para investigá-los, procurando apenas basear suas ações no trabalho realizado por peritos, os quais fulcram suas conclusões em mínima fração do que está sendo investigado, até porque a perícia tem finalidade específica.
A melhoria das investigações de cybercrimes no Brasil passa obrigatoriamente por uma melhor formação dos profissionais envolvidos nesta área, os quais devem ter conhecimento específico para que possam realizar seu trabalho de maneira adequada.
Não investir na qualificação de profissionais é certamente prejudicar a investigação dos cybercrimes no Brasil, o que no mínimo, acabará por reforçar a sensação de impunidade na internet e prejudicará a imagem do país no exterior.
Por fim, é indiscutível que o crime, de forma geral,  se tornou tão complexo como a natureza humana, sendo que os requisitos necessários para investigações eficientes também se diversificaram.
O desenvolvimento tecnológico moderno e os maravilhosos progressos na comunicação têm facilitado com que criminosos de todos os cantos do mundo possam cometer um crime com o uso de equipamentos sofisticados em um território, em seguida, possam fugir para outro lugar.
Isso levanta a necessidade de se ter métodos investigativos mais eficazes, sob pena de uma escalada sem igual na ação dos criminosos em todas as partes do mundo.
A solução está na adoção de métodos de investigação científicos e na criação de padrões de atuação mais eficazes, já que os criminosos acabam por afetar negativamente a sociedade, bem como prejudicam a qualidade de vida, além de ameaçarem os direitos humanos e as liberdades fundamentais na medida em que representam um sério desafio.

Atualizado em 03 de Janeiro de 2012.

Fonte: C R Swanson; N C Chamelin; L Territo in “Criminal Investigation”.

European Council

European Council

Delegados de todo o mundo estarão reunidos na França nesta semana para discutir o único tratado internacional que lida com crimes cibernéticos, tratado este que sofreu sob o fogo cerrado de alguns países, mas que foi defendido por outros como um instrumento fundamental no combate ao crime eletrônico.
Na próxima quarta-feira ocorrerá o 10º aniversário da Convenção sobre o Cibercrime, também conhecida como Convenção de Budapeste.
O tratado, que foi aberto para assinaturas em Novembro de 2001, estabelece diretrizes para leis e procedimentos que deveriam lidar com a criminalidade na Internet.
O tratado criou uma base para a criação de leis em todo o mundo, exigindo que os países que aderissem ao mesmo tratassem de forma uniforme o cibercrime, além de obrigar a criação de redes de contatos entre forças policiais que estivessem disponíveis 24 horas por dia/sete dias por semana.
A Convenção é supervisionada pelo Conselho da Europa, uma organização fundada em 1949, que também supervisiona a Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
Países integrantes do Conselho da Europa podem assinar o tratado e, uma vez que a sua legislação nacional esteja em conformidade com o mesmo, podem ratificá-lo.
Países de fora do conselho são convidados a aderir ao tratado.
Até agora 32 países ou ratificaram ou aderiram e outros 15 países assinaram o tratado mas não o ratificaram, justamente o caso do Brasil.
Outros oito países foram convidados a aderir.
O ritmo nos últimos 10 anos tem sido lento, mas não inédito para um tratado internacional.
Alguns países como a Rússia não assinaram o tratado, sendo que suas autoridades expressaram preocupação sobre suas disposições ao alegar que violaria as normas do direito internacional e a soberania das nações.
Rússia, junto com China, Tadjiquistão e Uzbequistão enviaram uma carta em setembro à ONU pedindo uma resolução sobre um código de conduta no ciberespaço, o que poderia incluir disposições destinadas a interromper o uso da Internet por terroristas.
Muitos países, dentre os quais os Estados Unidos, viram a proposta russa com desconfiança, acreditando que poderia ser motivada por uma intenção de criar um instrumento legal que poderia ser invocado para reprimir injustamente dissidentes que utilizassem a internet.
As intenções expressas na proposta da Rússia, no entanto, não estão necessariamente em desacordo com a Convenção de Budapeste, segundo afirmou Alexander Seger, chefe de proteção de dados e da divisão de cibercrime do Conselho da Europa.
A Convenção de Budapeste concentra-se no crime, não no que chamou de “cyber questões” entre Estados-nações no que diz respeito à segurança nacional, motivo pelo qual talvez seja necessário negociar um código de conduta.
Provavelmente seria quase impossível se negociar um tratado, como a Convenção de Budapeste hoje porque as negociações seriam muito difíceis, alegou Seger, que ainda acrescentou que a convenção é uma das melhores ferramentas disponíveis para enfrentar a ameaça de cibercriminalidade.
O tratado tem sido essencial para que sejam estabelecidas regras básicas uniformes para lidar com crimes cibernéticos, os quais quase sempre envolvem criminosos de outros países, alertou Pedro Verdelho, um promotor que investigou o cibercrime por 11 anos e ensinou criminalidade informática e direito penal no Centro de Estudos Judiciários em Lisboa.
Segundo Verdelho, se você não tem os instrumentos legais, não pode cooperar.
A maioria dos incidentes relacionados à cibercrimes na Austrália são quase todos originários de ataques de fora daquele país, alertou Neil Gaughan, Comissário Assistente e Gerente nacional de operações de crimes de alta tecnologia para a Polícia Federal Australiana (AFP).
A “A.F.P.” troca informações quase que diariamente com forças policiais de fora da Austrália sobre questões ligadas à cibercriminalidade, motivo pelo qual entende que o tratado facilitou esta tarefa.
A Austrália espera aderir ao tratado logo depois que alterar sua legislação para que fique em conformidade com o tratado.
Para que seja possível a abertura de um processo relacionado à cybercrime num país, e necessário que a conduta incriminada naquela também seja crime em qualquer outro país que esteja envolvido nas apurações, justamente um dos objetivos da convenção.
O tratado também determina que tipo de procedimentos de investigações são permitidas, tais como interceptação de dados ou pesquisas em computadores.
A conferência deste ano sobre o tratado, que vai até terça-feira da próxima semana em Estrasburgo, terá a participação de Howard Schmidt, Coordenador de Cibersegurança dos Estados Unidos, James Brokenshire, Ministro de Assuntos Internos, Criminalidade e Segurança do Reino Unido e Robert McLelland, da Procuradoria Geral da Austrália.
Alexander Seger antecipou que o comitê da convenção do cibercrime deverá começar seus trabalhos discutindo sobre recomendações para a criação de regras mais claras sobre como dados podem ser acessados em “Data Centers”, ou seja, “computação em nuvem”.
Alexander Seger alertou que, atualmente, com a “computação em nuvem”, as agências de segurança ainda não sabem onde os dados estão efetivamente localizados, afirmando que as discussões poderiam girar em torno de questões a respeito de como as outras partes devem ser informadas e que tipo de prova eletrônica obtida será admissível nos tribunais.
Ainda segundo Seger, a comissão poderá, eventualmente, emitir recomendações não vinculativas, denominadas “Soft-law Instrument”, além de poder decidir acrescentar disposições sobre o próprio tratado como um protocolo, o que exigiria a ratificação pelas nações.
Por fim, Seger alertou que as conversações deverão demonstrar que os defensores da Convenção de Budapeste “não são estáticos”.

Fonte: Jeremy Kirk, IDG News Service

Conheça os bastidores do Departamento de Investigação Criminal do Cantão Suíço, instituição que criou o Serviço de Informática Judiciária, unidade especializada para atuar com a criminalidade praticada pela internet e os crimes relacionados ao uso da tecnologia.

Fonte: SF/swissinfo.ch

Scada System

Um Hacker destruiu uma bomba usada por uma concessionária de serviços de água nos Estados Unidos depois de ganhar acesso não autorizado ao sistema de controle industrial utilizado para operar as máquinas, segundo alertou um especialista em segurança de computadores.
Joe Weiss, sócio-gerente da empresa “Applied Control Solutions”, disse que a violação foi provavelmente realizada após o atacante invadir o fabricante do software de controle de supervisão e aquisição de dados usado pela concessionária e furtado nomes de usuários e senhas pertencentes a clientes daquele fabricante. O atacante desconhecido teria utilizado endereços “I.P.” alocados para a Rússia.
Weiss citou um relatório oficial do governo do estado, onde estaria localizado o distrito regional da concessionária. Ele é datado de 10 de novembro, dois dias após a invasão ter sido descoberta. O documento indica que a concessionária havia enfrentando problemas inexplicáveis com o seu sistema informatizado nas semanas que antecederam a violação.
Durante um período de dois a três meses, problemas menores teriam sido observados no acesso remoto ao sistema de controle de água denominado “Scada”, segundo teria afirmado Weiss durante uma entrevista, na qual ele leu uma parte do documento.
Ainda segundo ele, os atacantes foram capazes de queimar uma das bombas de água da concessionária, fazendo com que tanto a bomba como o sistema “Scada”, que a controlava ligasse e desligasse repetidamente.
Weiss disse que teria obtido o relatório sobre a condição de que o nome da companhia de água e o estado onde está localizada não fossem divulgados.
Uma declaração emitida pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos indica que a concessionária estaria localizada em Springfield, no Estado de Illinois.
Weiss publicou minuciosos detalhes do episódio porque queria chamar a atenção para o incidente, o qual, segundo ele, levanta sérias preocupações sobre a capacidade do governo dos Estados Unidos de garantir segurança mínima para sua infraestrutura crítica.
“Este é realmente algo grande, e como algo tão grande, algo não está sendo dito ou não está sendo feito”, teria afirmado Weiss, que ainda acrescentou “que diabos está acontecendo com o Departamento de Segurança Interna? Por que não as pessoas não estão sendo notificadas?”.
Ele disse que desconhece qualquer concessionária de água ou outros operadores que utilizem o “Scada” que estejam sabendo sobre o ataque.
Em um e-mail o porta-voz do Departamento de Segurança Interna do Estados Unidos, Peter Boogaard, teria escrito que o Departamento e o “F.B.I.” estariam reunindo todos os fatos que cercam o relatório sobre uma falha numa bomba de água em Springfield, no Illinois, sendo que não existiriam no momento dados com credibilidade que pudessem corroborar ou indicar algum tipo de risco para as entidades relacionadas a infraestrutura crítica dos Estados Unidos ou algum tipo de ameaça à segurança pública.
Fato é que a imprensa americana foi incapaz de verificar as afirmações contidas no relatório.
Um pesquisador de segurança, sem filiação a Weiss teria afirmado que não existia nenhuma razão óbvia para duvidar que o ataque tivesse ocorrido da forma como foi descrito.
Rick Moy, presidente e CEO da “NSS Labs” teria afirmado que este tipo de notícia não é surpreendente, pois inúmeros sistemas estão conectados à internet como não deveriam estar, tornando este tipo de ataque muito plausível.
Ao longo dos últimos anos, a vulnerabilidade dos sistemas de controle usados para operar centrais elétricas, refinarias, empresas de gás e outros sistemas industriais tem sido enfatizada por uma variedade de eventos.
O principal deles foi o “worm” de computador “Stuxnet” que se infiltrou nos sistemas de controle de centrífugas do Irã e interrompeu o programa nuclear daquele país.
No início deste ano, o pesquisador de segurança Dillon Beresford divulgou “bugs” em sistemas de controle amplamente utilizados, afirmando que os mesmos eram de grande alcance e poderiam afetar todos os países industrializados ao redor do planeta.
Mais recentemente, pesquisadores descobriram um “malware” altamente sofisticado que foi apelidado como “Duqu” e que teria se infiltrado em pelo menos oito tipos de instalações industriais em todo o mundo após explorar uma vulnerabilidade até então desconhecida no Microsoft Windows.
Alguns pesquisadores afirmam que o “Duqu” teria sido criado por pessoas com laços estreitos com o “Stuxnet”.
Weiss disse que ainda existe a possibilidade de que os atacantes que obtiveram as senhas da concessionária de água possam ter obtido outras de vários clientes do fabricante do sistema Scada, deixando aberta a possibilidade de que outras instalações industriais também estariam suscetíveis ou poderiam já ter sido violadas.
Fato é que muitos sistemas de controle industrial dependem de senhas que são codificadas diretamente no hardware, tornando difícil a mudança das senhas furtadas sem causar problemas sérios.
Weiss disse que os objetivos e as identidades dos agressores permanecem um mistério, levantando a possibilidade de que este tipo de ação possa ter sido realizada por algum outro país fazendo reconhecimento de sistemas, hackers que desejavam apenas se divertir ou algum grupo criminoso que desejaria apenas criar um elaborado esquema de extorsão, ressaltando que até poder se encontrar quem fez isso, não há nenhuma maneira de saber qual a sua motivação.

Mentiras na InternetO Departamento de Justiça dos EUA tem se mostrado favorável a criação de leis que tornariam em crime o uso um nome falso no Facebook ou uma mentira sobre seu peso num perfil de namoro, tudo com o propósito de defender melhor as pessoas contras os crimes que são praticados na internet.
Num comunicado obtido pela “CNET”, que está programado para ser entregue amanhã, o Departamento de Justiça argumenta que ele deve ser capaz de processar violações dos sites com base nos termos de serviço e políticas de uso, muitas vezes ignorados e quase sempre ininteligíveis.
Segundo o que Richard Downing, chefe adjunto de cybercrimes do Departamento de Justiça, vai dizer junto ao Congresso dos Estados Unidos, a lei deve permitir que seja possível a abertura de processos com base na violação de termos de serviço ou acordo contratual, da mesma forma como ocorre com um empregador ou prestador de serviços.
Sem o necessário escalonamento da lei seria difícil ou impossível deter e endereçar ameaças internas graves através do processo penal, o que colocaria em risco os processos envolvendo furto de identidade, uso indevido de bases de dados do governo e invasões de privacidade, conforme afirmou Downing.
A lei em questão, a “Computer Fraud and Abuse Act”, foi utilizada pelo Departamento de Justiça para processar uma mulher, Lori Drew, que usou uma conta falsa no MySpace para atacar verbalmente uma menina de 13 anos, que depois cometeu suicídio.
Teria sido possível o uso desta lei uma vez que os termos de serviço do MySpace proibiam que seus usuários encenassem outra identidade, motivo pelo qual Drew foi condenada por violar a “C.F.A.A.”, muito embora sua condenação tenha sido posteriormente revista.
O que tornaria possível o escalonamento no uso da lei seria uma seção do “C.F.A.A.” que não seria originalmente destinada a ser utilizado dessa forma: a proibição de uso geral em qualquer ato baseado em computador que possa “exceder o acesso autorizado”.
Para o Departamento de Justiça, isto significa que os termos de uso de um site definem o que é “autorizado” ou não, e ignorá-los pode transformar uma pessoa num criminoso.
Uma carta teria sido enviada ao Senado dos Estados Unidos em agosto por uma coalizão esquerda-direita, que incluiriam organizações como “A.C.L.U., “Americans for Tax Reform”, “Electronic Frontier Foundation” e “FreedomWorks”, a qual alertava exatamente sobre isso. Alegando que se uma pessoa assumisse uma identidade fictícia em uma festa, não praticaria um crime federal, porém, se ela assumisse uma identidade fictícia numa rede social que proíbe pseudônimos, isto poderia ser considerado uma violação ao “C.F.A.A.”, o que para estas organizações seria o mau uso da lei.
Orin Kerr, um ex-promotor do Departamento de Justiça especializado em cybercrimes é atualmente professor de Direito na “George Washington University”, diz que os argumentos do governo são fracos.
Kerr, que também é testemunha diante de um subcomitê Judiciário da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, teria dito que o Departamento de Justiça afirma ter interesse em fazer cumprir os Termos de Uso e políticas de uso de computadores com base na “C.F.A.A.”, mas seus exemplos consistem principalmente em casos nos quais a conduta descrita já teria sido criminalizada por outros estatutos além do “C.F.A.A.”, afirmando ainda que o adequado seria apenas preservar a capacidade do governo em processar nos demais casos, enquanto não aumentassem os problemas de liberdades civis no estatuto atual.
Kerr dá ainda outros exemplos de termos de violações de serviço que se tornariam crime com o pretendido escalonamento proposto pelo Departamento de Justiça.
Se o Google diz que você não pode usar seus serviços caso não tenha a idade legal para assinar um contrato vinculativo, isto iria implicar em que milhões de adolescentes poderiam ser considerados criminosos.
Em outro exemplo, uma pequena mentira a respeito da idade ao realizar cadastro num site de relacionamentos como o “Match.com”, implicaria em prática criminosa, situação que aos olhos de Kerr não deve ser levada a sério para que alguém possa ser considerado criminoso.
Mas o Departamento de Justiça norte americano discorda.
De fato, como parte de um amplo esforço para reescrever as leis de segurança cibernética, a Casa Branca propôs a ampliação do alcance da “C.F.A.A.” não se limitando ao âmbito atual.
Stewart Baker, um advogado que era anteriormente secretário-assistente da Segurança Interna dos Estados Unidos e conselheiro geral da Agência de Segurança Nacional, sugeriu que as propostas do governo para expandir a “C.F.A.A.” são draconianas, argumentando que a atualização por duas vezes de direitos autorais de vídeos do “YouTube” seria um padrão de extorsão com sanções penais muito mais severas, caso a Justiça americana trilhasse este caminho.
Em uma espécie de ataque preventivo contra as correções propostas por Kerr e Downing, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirma que o “C.F.A.A.” criminaliza corretamente atividades online impróprias.
Mas Downing rebate estes argumentos dizendo que as empresas devem ter confiança de que podem permitir que seus clientes acessem determinadas informações em seus servidores, tais como informações sobre suas próprias ordens e informações de clientes, mas que também possa ter a certeza de que os clientes que intencionalmente excedam essas limitações e obtenham acesso a informações proprietárias do negócio ou informações de outros clientes podem vir a ser processados.

Fonte: Declan McCullagh da CNET.com

AnonymousOs “hacktivistas” do “Anonymous” continuam sua cruzada contra sites de pornografia infantil, divulgando publicamente os endereços IP de 190 pessoas que supostamente estariam exibindo ilegalmente imagens sexuais de crianças em seus computadores.
“Anonymous” postou os endereços IP ontem, dia 02 de novembro.
Este foi o mais recente esforço do grupo em sua campanha para derrubar sites de pornografia infantil hospedados na “darknet”.
A “darknet” é qualquer parte da Internet que é deliberadamente escondida da vista e só pode ser alcançada através do anonimato do IP usando portais acessíveis por ferramentas como o “TOR”.
Sites da “darknet” são tradicionalmente usados para hospedar e comercializar pornografia infantil, além de oferecer outros serviços ilegais, tais como identidades falsas e esteroides.
Os hackers do “Anonymous” lançaram seu primeiro ataque em 20 de outubro p.p., tendo derrubado cerca de 40 destes sites pornográficos existentes na “darknet” e vazando os nomes de 1.589 membros ativos do “Lolita City”, um site de compartilhamento de arquivos usado por pedófilos.
Porém, o “Anonymous” não estava satisfeito com a resposta, ou falta dela, por parte das agências de aplicação da lei, motivo pelo qual resolveu divulgar os endereços IP utilizados pelos próprios infratores.
Numa mensagem que publicou na internet, o “Anonymous” explicou que utilizou um golpe de engenharia social, simples em sua missão e muito técnico na sua execução, para proceder à captura dos endereços IP dos usuários suspeitos de pornografia infantil.
O “Anonymous” descobriu que o projeto “TOR” iria lançar uma nova versão do software em 27 de outubro para abordar questões de segurança.
Eles teriam então contatado a Fundação Mozilla, criadores do navegador Firefox, para que fosse autorizada a criação pelo grupo de hackers de um botão, o qual na realidade era um dispositivo de rastreamento IP que direcionava todo o tráfego relacionado à pornografia infantil de volta para o grupo, sendo que este botão foi denominado “Pawt mel”, e o login para uso do mesmo “Whiny da Pedo”.
Num comunicado o “Anonymous” informou que o “Pawt Mel” não continha qualquer malware ou vírus tendo sido desenvolvido de acordo com as diretrizes do Firefox/Mozilla.
Com o seu dispositivo de rastreamento de IP no lugar, os hackers continuaram o que eles chamavam de “Operação Impressão da Pata”, nada mais do que um truque muito comum usado por “phishers” e cibercriminosos.
O grupo divulgou uma mensagem falsa de atualização de segurança do TOR num site denominado “Hard Candy”, o qual hospedaria sites de pornografia infantil e esperou que os usuários pedófilos do TOR fizessem o download, ocasião em que passou então a ser capaz de bloquear os pedidos de pessoas que tentavam visitar sites de pornografia infantil.
O grupo “Anonymous” acrescentou que o objetivo de sua operação não foi para lançar qualquer tipo de culpa no “TOR”, mas para mostrar que algumas maçãs podres podem ter estragado um serviço que para a maioria dos seus usuários é legítimos, dentre os quais jornalistas chineses e iranianos que acreditam no direito à liberdade de expressão.
Para aqueles que acompanham o nosso blog, tivemos oportunidade de alertar quanto ao uso indevido do “TOR” por parte de criminosos, em artigo denominado “Como os criminosos estão garantindo seu anonimato na internet” (http://bit.ly/s2yxdB), sendo nesta oportunidade sugerida uma profunda reflexão sobre as informações que estão ali contidas.

IFSP - S.P.Entre de 17 a 22 de outubro de 2011, das 8h às 23h, será realizada a “V Semana de Educação, Ciência e Tecnologia” do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP – Campus São Paulo.
O evento conta atualmente com aproximadamente 7.000 alunos matriculados nos cursos de nível técnicos, superiores, licenciaturas e pós-graduação.
A finalidade principal desta Semana é mobilizar a comunidade do IFSP e de seu entorno, para a participação em atividades de Educação, Ciência, Tecnologias e Artes, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação das diversas áreas do conhecimento. Desta forma, pretendemos demonstrar a importância da Educação, Ciência, Tecnologia e Artes para a vida de cada um e, também, para o desenvolvimento do País.
O evento possibilita, ainda, que a população conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas, tecnológicas bem como suas aplicações.
Estaremos participando deste renomado evento como palestrante convidado, onde teremos a oportunidade de ministrar palestra sobre a Investigação dos Cybercrimes no Brasil e no Mundo.

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